quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Desejo de ano novo #7: Cuidar dos Cuidadores, Parte 1.



Se há realmente um ponto comum que nos une é que, todos nós, sem excepção possível, necessitamos de cuidados. Seja quando nascemos, durante a infância, na doença e na velhice. Alguns, infelizmente, têm deles necessidade por toda a vida, seja por incapacidade física, psicológica ou intelectual.

Que seria de qualquer um de nós se não existisse quem abraçasse esse papel de cuidador e nos providenciasse as atenções necessárias?!

Da mesma forma, haverá pelo menos um contexto na vida, em que qualquer um de nós será chamado a vestir o papel de cuidador, seja para os filhos, para os pais, para a cara-metade, para outra qualquer pessoa ou até animal...

É raro que o ser humano, (não interessa o contexto geográfico, histórico ou qualquer outro), envergue outro papel que seja tão abrangente, necessário e fulcral como é o de cuidador.
Por isso, é no mínimo bizarro, estúpido e contraproducente que os prestadores de cuidados sejam tão ignorados e forçados a viver uma realidade tão estéril em apoio, compreensão e empatia. Não só por ser uma realidade que inevitavelmente baterá a todas as portas, mas também por ser das funções mais exigentes e fatigantes emocional e fisicamente.