sexta-feira, 11 de março de 2016

cromices #119: Cabrita que é cabrita...



Se um dia passarem por uma qualquer quinta pedagógica ou parque do género, e repararem que existe uma única adulta numa fila cheia de crianças, que esperam para dar festinhas ou alimentar a bicharada, é bem provável que seja eu.

Não resisto à bicharada e não recuso nenhuma oportunidade que me permita meter-lhes as mãos em cima.
E não me venham com a história que "é só para as crianças" e tal, que eu reviro os olhinhos e passo-vos por cima sem quaisquer pudores. Nunca aconteceu, mas fica o aviso.

Embora goste de todos, confesso que tenho uma predilecção pelos animais de quinta. Percebi-o, há muitos anos, quando visitei pela primeira vez a Quintinha do Zoo de Lisboa.




Gostei de tal forma dos animais presentes e do espaço, que um dos desejos para o futuro é ter uma casa com um jardim onde possa criar a minha própria quintinha.

Não é uma gracinha, nem um capricho, é um senhor sonho com maiúscula, um objectivo.

Gracinha, gracinha é já ter meio alinhavados os nomes com baptizarei a bicharada, e achar, por exemplo, que cabrita que é cabrita, há-de se chamar... Tieta.