sábado, 26 de março de 2016

cromices #123: My poker face



Podemos gostar de quase todas as pessoas. Mas nunca de todas. Podem ser poucas as excepções, mas para todos, haverá sempre alguém a quem se torce o nariz.

Se dizem que o mundo é pequeno, então Portugal é um grão de areia. Mais dia menos dia estarão fadados a cruzarem-se com tal indivíduo.
Uma pessoa despacha a coisa com um olá e um daqueles clichés ridículos que não querem dizer realmente nada, mas é o que sai. Tudo muito bem se tiverem jeito para bluff e uma boa "poker face".
A restante humanidade, os desgraçados sem a tal "poker face", da qual pelos vistos faço parte, nota depois que enquanto tudo ocorreu a cara tinha congelado numa infeliz expressão, similar à que se faz quando se cheira um peido.