terça-feira, 24 de janeiro de 2017

coisas da casa: Não é seguramente a mais bonita, mas gostamos tanto dela!



Aqui há tempos, quando decidimos remodelar o escritório, decidimos aproveitar um dos sofás que nos havia servido na sala como solução temporária.
O pequeno sofá de dois lugares em rattan com almofadas brancas tinha o tamanho perfeito para aquela parede. Ao lado das estantes, e no recanto em que o sol da tarde bate com toda a sua força, providenciaria um perfeito recanto de leitura.

Era uma solução temporária porque o pequeno sofá sofria do pecado capital de não ser lá muito confortável embora fosse giro, e após anos de uso, e de imenso abuso por parte dos nossos saudosos gatos, estava mesmo pronto para a reforma.

Então o que colocar em seu lugar? - era a questão.

Corremos lojas de mobiliário. Apercebemo-nos que o espaço que tínhamos disponível iria ser um imenso entrave se a opção fosse um outro sofá: os confortáveis eram invariavelmente grandes demais, e os pequenos demasiado desconfortáveis.

Percorremos o dicionário dos assentos à procura de inspiração: otomanas, chaises-longues, cadeirões, cadeiras de baloiço, ou qualquer outra coisa que pudesse servir com alguma imaginação aquele propósito, de camas a bancos, ou até arcas...
Mas do que as lojas nos ofereciam, ou não partilhávamos da mesma opinião, do mesmo gosto, ou era demasiado caro para um simples assento para o escritório, ou não era suficientemente confortável, ou...

Concordámos que o conforto seria o atributo basilar. E aí o marido lembrou-se que queria mesmo um daqueles cadeirões de massagem.
Resisti ao início, mas depois rendi-me.

Estas poltronas não são propriamente as mais bonitas, embora também não sejam uns monstrengos. Mas, o que lhes falta em design, compensam largamente em conforto. De tal forma que passado algum tempo achámos que a melhor opção seria coloca-la na sala, por ser a divisão em que passamos mais tempo e assim dar-lhe mais uso.

Estamos completamente rendidos. Como sabe bem esticar as perninhas na poltrona, tapada com uma manta fofinha, a levar uma massagem, com ou sem calor, enquanto leio um livro ou vejo um filme.
Recomendo.