sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

coisas que recomendo: Fantasticable no Pena Aventura Park



Sim, já fiz. E hei-de repetir.


"O Fantasticable consiste num cabo com 1538m a uma altura de 150m, que liga os lugares de Lamelas e Bustelo, em que as pessoas podem “voar” nele a uma velocidade máxima de 130km/h, sendo considerado o maior Fantasticable do mundo!


No Fantasticable as pessoas serão presas a um cabo e deslizarão por ele de uma montanha para a outra a diferentes velocidades, tendo a sensação de que estão realmente a voar."



 








A página do Pena Aventura Park aqui



sabedoria dos intas em 10 segundos #24



A partir dos intas não é mal pensado que os pré-preliminares constem do vosso léxico kamasutral.


Uma demonstração:




cromices #6: Lei de Murphy





Acontece que, aqui há tempos haviam duas velhinhas amistosas e muito arranjadinhas, testemunhas de Jeová, que decidiram incluir a minha morada na sua ronda de evangelização.


Como fui criada a ter uma atitude respeitosa para com as senhoras de idade, e como defendo uma existência harmoniosa entre a pluralidade de crenças e religiões, abri-lhes a porta, ouvi o que tinham a dizer com um sorriso, aceitei a literatura, agradeci e despedi-me.


A visita repetiu-se algumas vezes. Então quando começaram a falar em algo como "sessões de estudo" ou algo parecido, achei por bem avisá-las que aquela não era a minha praia, não me fossem confundir com mais uma ovelha prestes a ingressar o rebanho.


Quando questionada sobre as minhas crenças, saiu-me "lei de Murphy".
Não foi pensado. Foi um reflexo.


Mas a verdade é que ao longo da minha natural tendência para questionar tudo, a lei de Murphy tem dado provas da sua infabilidade.


(as 100 melhores leis de Murphy aqui )

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

A necessária distância do passado...





Controvérsias à parte, (as mesmas não interessam agora), aceitemos cegamente que existem cerca de 196 países no Mundo, e que a História da Humanidade, no que toca à existência dos seres humanos modernos conta com 150 mil anos.


É uma História rica em feitos, invenções, descobertas, evolução. Igualmente abundante em guerras, catástrofes, atrocidades. Complexa e dual.


Acho correcto afirmar que ao longo do tempo, não existe povo algum que não tenha ocupado o lugar de agressor e vítima.


Sabemos que um dos papéis da História, enquanto disciplina, é lembrar o passado para que os erros cometidos outrora não se repitam.


Actualmente este papel, muito nobre é claro, descambou para um calendário de efemérides.
Todo o dia é dia de qualquer coisa - de um santo, do nascimento de uns, da morte de outros, de invenções, e sim, de relembrar atrocidades. Todos os dias.


Não me falta empatia, pelo contrário até. Comovo-me e lamento a capacidade da nossa espécie para o mal.
Mas marco uma linha.
Prefiro viver o presente a deambular neste calendário de emoções agendadas.
Faço uma prece sentida por todos aqueles que alguma vez sofreram. As vezes que sentir necessárias, mas não quero revisitar o mesmo estado de espírito todos os anos, todos os dias.


Não é por maldade. É que não tenho tempo nem vida para isso. Nenhum de nós tem. E nada tem a ver com o quanto podemos ser pessoas ocupadas no dia-a-dia.




Façamos as contas:


196 países no mundo. Só para relembrar cada país, tanto no seu papel de vítima, como o que causaram por sua vez, enquanto agressor, precisariamos de 392 dias num ano.




E tempo para nós? Para nos conhecermos, para nos conectarmos ao próximo, para perceber que a História tem um papel importante desde que não nos leve a crer na treta que "somos os pecados dos pais", para olharmos para o que nos rodeia "com olhos de ver", tempo para a evolução, porque há muito para fazer hoje...







Sabedoria dos intas em 10 segundos #23





Porque se chama "senso comum" a uma qualidade tão rara?!



sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Sabedoria dos intas em 10 segundos #22





Um dia chamaram-me a atenção para o facto de que é mais comum apaixonarmo-nos pela imagem /fantasia que construímos do outro, do que pela pessoa real.


Logo, em nome do amor pela semântica, será mais correcto rebaptizar muitas das relações que existem, para algo como "masturbação assistida".



Sabedoria dos intas em 10 segundos #21





TODAS as famílias são disfuncionais. Só varia o grau da disfunção.



quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Eu sobrevivi ao bullying



Há quem não sobreviva.
Sempre que puxo por este tema, é por eles, por quem não sobreviveu. Por quem acha que não vai sobreviver.
Mesmo assim, vou ser breve.


Eu sobrevivi. O que não nos mata torna-nos mais fortes.
E eu sou das pessoas mais fortes que conheço.


De todos os caminhos possíveis optei por aquele que fez de mim alguém com uma capacidade de amar, viver e rir do tamanho, não do quase metro e setenta de gente que vês, mas do colosso que sou.


E foda-se, eu sou gigante!
Cresci um palmo por cada vez que renunciei ao ódio, à violência, ao lado obscuro. Dois palmos por cada vez que me recusei ficar refém da nostalgia dos momentos tristes e dolorosos. Uma montanha por todas as vezes em que genuinamente me senti capaz de perdoar.


Porque não há qualquer alegria ou sensação de vitória em saber que os bullies de outrora são hoje homens e mulheres quebrados. Chamem-lhe karma. Eu acho que toda a infelicidade e miséria é uma perda de tempo e de vida.




Foda-se, sou um gigante!


De certa forma, devo parte disso a esse capítulo.
Sou alguém que não se cala, não se acobarda nem se verga.
Que interfere quando algo não está bem.
Sou aquela que carregou contra um gangue de putos, amedontrador de velhos, de chapéu de chuva em riste, até o partir nos seus costados.
Sou aquela que desconta a fúria no capot do carro de alta cilindrada que não respeita passadeiras, perante o olhar embasbacado do condutor.
Sou aquela que se indigna, que verbaliza, que exige, que enfrenta.


Que acredita que a felicidade alheia é essencial, e que os bullies merecem também a nossa compaixão, porque um bully nunca terá o espírito de um gigante.


Portanto putos, acima de tudo, sobrevivam caralho!
















terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Sabedoria dos intas em 10 segundos #19



Nunca subestimar o valor da simplicidade.


Esta é o resultado de qualquer problema complexo resolvido de forma genial.