quarta-feira, 5 de novembro de 2014
cromices #54: Da infalibilidade da Lei de Murphy
Um dos principais corolários de Murphy, dita tão simplesmente que "se existe a probabilidade de algo correr mal, essa mesma probabilidade se tornará numa certeza."
E quem é que já não sentiu o efeito do caos na sua vida que o levasse a pensar que, afinal este engenheiro aeroespacial, de seu nome Edward Murphy, é que a sabia toda?!
Se se quiserem rir um pouco com os diversos adágios da Lei de Murphy, é ir aqui, ao último parágrafo.
Ao longo da vida já passei pelas mais diversas situações, que me tornaram uma crente nesta filosofia.
O corolário que eu acrescentaria à longa lista já existente, seria algo tipo "se não te sabes rir de ti mesmo, a vida tratará disso."
Das várias situações possíveis que poderia utilizar para ilustrar a presença, mais ou menos constante, de Murphy na minha vida, escolho esta:
Há anos, num certo dia em que íamos receber visitas em casa, (e que naturalmente houve a preocupação de ter tudo muito arrumadinho), no curto espaço de tempo em que nos tivemos de ausentar para ir comprar uma coisa qualquer, (pouco tempo antes da sua chegada), um dos nossos gatos, (o Zeus), teve um ataque súbito e descomunal de... diarreia.
O pobre do bicho bem foi aliviar-se à caixa de areia, onde é suposto fazê-lo. O grande mal residiu no facto dos gatos terem a mania de dar com as patas no areão, para cobrir os dejectos. Ao fazê-lo, o Zeus não cobriu dejecto algum. O gesto apenas serviu para sujar as patas e fazer voar o "produto", tipo o que acontece quando se mete algo numa liquidificadora a trabalhar sem tampa.
Quando chegámos deu-nos um treco! Havia impressões de patinhas por todo o chão, porcaria na zona em redor do wc felino.
Contudo, não havia mesmo tempo para perder com chiliques.
E, tudo ficou normalizado, casa e gato limpos, nem um segundo antes de tocarem à campaínha.
cromices # 53: Neste exacto momento morro de inveja de quem...
... tem jeito para o bricolage. Porque eu nessa matéria não tenho jeito para nada de nada, nicles batatóides, rien de rien.
Safo-me no desenho e na caligrafia, tirando isso as minhas mãozinhas parecem dotadas de um talento maior para destruir do que para arranjar.
Invejo quem se desenrasca sozinho em tudo o que for necessário, quem tem o talento para se desenvencilhar, e bem, haja o que houver.
Fosse eu assim, e teria sido capaz de ter uma reacção de jeito, que não fosse ficar com cara de tacho a olhar para os estores de uma janela que, hoje de manhã, ao invés de subirem, descambaram totalmente, desprenderam-se da caixa.
Nestas situações as pessoas dividem-se entre quem vai à procura da caixa de ferramentas, e quem, como eu, anda à caça de um técnico de reparações. Oh vida!
terça-feira, 4 de novembro de 2014
Quando os homens falam de amor #41
(mas lembrem-se, touradas só no quarto, sim?)
coisas da casa #11: A casa de meio milhão de euros
Como muitas outras pessoas, presumo que na sua maioria mulheres, de vez em quando dão-me umas ganas de visitar imóveis que estejam assim à mão de semear, em exposição, de porta aberta...
A última vez que o fiz foi aqui pelo burgo já há uns tempos. Tratava-se de uma casa novinha, com um preço que se aproximava do meio milhão de euros.
Eu, que adoro Arquitectura e Design, e que não moro numa casa de meio milhão de euros, quis ver o que haveria de fabuloso lá dentro que justificasse tal valor.
Como gosto muito de Arquitectura, tenho ideias próprias, muito bem definidas, sobre a minha visão de uma "boa casa", do que esta deve comportar, ainda mais para custar tamanha exorbitância, (embora seja tremendamente fácil encontrar casas bem mais caras, eu sei), e estava sobretudo curiosa para ver se os meus conceitos estavam de acordo com os parâmetros seguidos naquela construção.
Para mim numa "boa casa" encontra-se um bom casamento entre forma e função, um uso inteligente do design. Acredito que uma casa pode e deve ser altamente funcional e bonita, e que ambos os conceitos devem estar presentes, pois se o primeiro nos dá conforto e nos facilita as rotinas, o segundo inspira-nos e eleva-nos.
Funcionalidade e estética, quando bem trabalhadas, aumentam em muito a qualidade de vida de qualquer pessoa, acredito piamente nisso.
São-me especialmente importantes as seguintes particularidades numa casa, que considero basilares: construção de elevada qualidade (em caso de se ter que optar, prefiria sempre sacrificar o orçamento dos revestimentos, pavimentos e decoração, mas nunca cortar na qualidade dos materiais de construção), intemporalidade, eficiência energética e ecologia, aproveitamento da luz natural, design inteligente, praticidade, polivalência e carácter.
Por meio milhão de euros, esperava a existência de duas salas. Uma formal, e a outra familiar e aberta, na qual poderia estar presente uma cozinha tipo americana. Se estivessem divididas por enormes painéis de correr ao invés de uma parede, poderiam transformar-se numa enorme e única sala sempre que desejado e necessário.
A cozinha deveria ter como apoio uma copa, a chamada "butler's pantry", uma despensa e idealmente, uma mud room (em breve falar-vos-ei em detalhe de todas estas divisões).
Por meio milhão de euros, esperava uma "master suite" com closet. Ficaria positivamente surpreendida se o quarto pensado para as crianças pelo construtor/ engenheiro /arquitecto também tivesse closet, mesmo que pequeno, pois denotaria uma grande compreensão pela necessidade, raramente correspondida, de espaços pensados para a organização.
Por meio milhão de euros esperava, em algum ponto da casa, encontrar um pormenor arquitectónico bem executado que lhe atribuísse carácter, que seduzisse.
Por meio milhão de euros, encontrei uma casa de vários andares, (pois o lote não era muito grande), onde a escala era 8 ou 80. Uma enorme sala e varanda a combinar, (desculpem, "sun deck"como me disseram, que estava muito bem), e uma garagem, no nível mais inferior da casa, do tamanho de todo o piso.
Para contrastar, tudo o resto era à Portugal dos Pequeninos: cozinha minúscula, despensa nem vê-la, casas de banho miniatura, os quartos idem.
O quarto ensuite não era excepção, era micro mesmo. Tão, mas tão pequeno que é bom que o casal que a compre não se imagine numa cama maior que 1,40m, que não se zanguem por terem de partilhar o roupeiro embutido de duas portinhas, que também não havia espaço para qualquer cómoda ou outra peça. Para quem goste de se exercitar logo pela manhã, podem sempre guardar a roupa na enorme garagem e descerem dois lances de escadas sempre que precisarem de algo.
Ah, e que consigam tomar duche sem descolar os bracinhos do corpo, pois seria a única forma de lá caberem.
Não me agradou. Achei-a pouco funcional e nada memorável. Tivesse eu essa quantia para gastar num imóvel, (quem me dera!), e não seria aquela a minha nova casa.
Esta é a minha opinião, e esta é o produto de uma percepção bastante subjectiva.
Mas serei a única a pensar que quem desenha estas casas perdeu um bocadinho o tino?!
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
A lição dos quatro patas
Um dia quando morrer, e digo-o sem qualquer morbidez, (e que seja daqui a muitos e bons anos!), imagino-me perante uma plateia, que assiste comigo ao filme da minha vida e me questiona, curiosa, sobre o que andei por aqui a fazer.
Não me é difícil imaginar que a maioria das cenas a que assistiremos nesse grande ecrã celestial, me deixem meio embaraçada, de mão na testa, corada, e a soltar um repetido "tótó do caraças!" entre risinhos nervosos.
E a multidão rirá comigo, benevolente, porque saberão que a cada vida que recomeça há que reinventar a roda, partir sempre do zero.
Também no meu filme haverão momentos em que o constrangimento de não ter sabido fazer melhor é trocado por um sorriso.
Alguns dos momentos não existiriam sem os patudos.
Alimentar um animal que não era "meu" foi das coisas mais decentes, correctas e "de jeito" que já fiz na vida.
Quando o comecei a fazer, fi-lo sem pensar em nada. Somente reagi, nada mais. Pensei na possível fome daquele par de animais, e reagi. Não foi nada de extraordinário, não foi feito para ser notado nem reconhecido, para ficar "bem na fotografia", nem coisa alguma. Estava totalmente estéril de pensamentos, não fosse um único, o de fazê-lo sempre, pois a confiança de um animal não deve ser defraudada, não se pode começar a dar e depois parar de o fazer.
Descobri nessa altura que ao fazê-lo, me incluia num grupo alargado de pessoas que sem se conhecerem inicialmente, concertavam os seus hábitos para ajudarem os mesmos animais, e isso é coisa de alimentar a nossa fé no próximo, e de que maneira!
E quando pensava que a lição residia nisso mesmo, fiquei siderada com o que ainda havia por vir.
A lição maior veio em forma de um pequeno cão amarelo, um velhinho charmoso de dentes tortos, baptizado de Kamala por uns, de Pirilampo por outros, que no fim de cada refeição vinha ao meu encontro. Fechava os olhos e ficava de cabeça encostada às minhas pernas, numa expressão de gratidão incondicional que era avassaladora, tocante e palpável, de deixar um nó na garganta.
Veio em forma da sua companheira, a Preta, uma cadela sénior, em todas as suas expressões de genuína alegria e companheirismo.
Veio em forma de um gato. Cabeça enorme para aquele magro corpo. Fugídio e desconfiado. Que após duas semanas de lhe levar alimento, e de me ter habituado a manter a distância enquanto ele comia, ignorou a gamela e dirigiu-se a mim. Decidido e alegre como nunca o tinha visto, veio roçar-se em mim, ronronando.
Aquela reciprocidade, que nunca esperei, em forma de extrema confiança e meiguice, tocou-me imensamente. Fiquei imóvel. Durante um par de minutos não consegui ter qualquer reacção. Fiquei muito comovida e as lágrimas escorriam-me pela cara.
Aprendi a ser grata por todos os meus amigos animais, que de uma forma ou outra vão aparecendo na minha vida. Que a nossa troca é desigual, ou começa assim. Em troca do que lhes levo, eles dão-se, a si próprios, sem meias medidas. São eles que me alimentam, me matam uma fome que eu nem sabia que tinha.
coisas de ver #48
Hoje trago-vos um dos reality shows do mediático chef Gordon Ramsay: Hotel Hell.
Cá por casa partilhamos da opinião que este escocês de mau feitio é um psicólogo do caraças.
Ver o Gordon em formatos como este Hotel Hell ou Kitchen Nightmares, em que se este se dirige a estabelecimentos reais de forma a diagnosticar e a resolver os problemas que os impedem de ser um sucesso, impressionou-me mais do que vê-lo no ambiente do Hell's Kitchen.
Acabei por me enjoar do Hell's Kitchen. Pensava como seria difícil trabalhar com alguém com aquele feitio especial, embora desse para entender que em algumas das situações aquelas explosões eram necessárias, para além que cheguei a um ponto em que já não conseguia assistir à preparação de vieiras nem de lombo à Wellington pela enésima vez.
Fora desse contexto percebemos como esse mau feitio, frontalidade e o uso linguagem sem filtro são uma excelente ferramenta. Em qualquer um dos episódios do Hotel Hell, dá para apreciar isso.
Os estabelecimentos hoteleiros visitados pelo Ramsay têm problemas, muitos problemas. São falhas óbvias. Não é preciso nenhum génio para num curto espaço de tempo concluir os motivos do seu fracasso, qualquer pessoa com dois dedinhos de testa o consegue fazer.
Mas, o Gordon é o Gordon, e por ser quem é, as pessoas ouvem-no.
E quando não ouvem, quando continuam a viver uma ilusão, presas a maus hábitos, o Gordon mostra-nos quão eficaz é como "psicólogo": usando da sua peculiar linguagem e método, deita-os abaixo, chama-lhes nomes, derruba-os. Porque é preciso destruir antes de voltar a construir. E resulta.
sábado, 1 de novembro de 2014
cromices #52: Pão por Deus
Eu gosto do Pão por Deus, deste hábito de ter os miúdos a bater à porta em alegre algazarra. E quando digo que gosto deste dia e deste ritual, falo muito a sério. De tal forma que até o meu marido goza comigo, porque não se percebe quem por cá vibra mais com a coisa, se eu, se os miúdos que recebem rebuçados às mãos cheias.
Eu confesso, vibro mesmo! Toda eu sou um sorriso de orelha a orelha, a receber estes "meus" pirralhos.
E hoje fiquei inchada. No meio de um grupo destes pigmeus, avança uma pequenita que se vira, com um ar todo empertigado para os amiguinhos e saí-se com um "eu cá venho todos os anos a esta senhora!"
Soube-me a atestado, a selo de qualidade! Pimbas, tomem lá, vão buscar! Pirralhitos lindos!
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
E porque hoje é Halloween...
... não resisto a partilhar este vídeo!
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
coisas de ver #46: 7.270.762.526 primos e a aumentar!
Somos todos primos, mesmo!
Cientistas acreditam que toda a população mundial descende de uma tribo africana com cerca de 200 elementos que partiu da Etiópia para os quatro cantos do mundo. Não é fantástico?!
Podem ler mais aqui.
A série The Incredible Human Journey, da BBC, fala-nos dessa viagem.
cromices #51: Há que ter muita paciência
Recentemente, a actriz Luana Piovani fez um comentário polémico sobre Portugal. Podem ler mais aqui.
Só falo disto porque me fez recordar outro episódio.
Em 2007, a actriz brasileira Maitê Proença gerou uma imensa polémica com um vídeo, feito em Portugal, para o programa "saia justa" onde, de forma totalmente ignorante e desrespeitadora, ridicularizava os portugueses, chegando mesmo a cuspir numa fonte do Mosteiro dos Jerónimos.
A repercussão foi bombástica. O mote estava lançado, e em menos de nada proliferavam, um pouco por todo o lado, discursos, comentários e trocas de mimos nada tolerantes por parte de pessoas de ambas as nacionalidades.
Foi um fenómeno sociológico, um que atraiu o meu "lado cientista", também pelo facto de que pessoas, de ambos os lados do Atlântico, usualmente avessas a este tipo de digladiação, sabedoras e informadas, foram igualmente atraídas para o mesmo, em conjunto com milhares de indivíduos notoriamente estúpidos.
Metade de mim ardia de exaltação e fúria, parte desse mesmo fenómeno que a outra metade, a racional, observava com curiosidade, analisava e procurava respostas.
A minha metade exaltada queria andar por aí a distribuir chapadas pela actriz, e todos os "groupies" que se excedem em cordialidades para com gajas como esta, a quem lhes basta soltar um "Amo Portugal! Amo "pastel" de bacalhau! Amo vocês!" para ficarem molhadinhos, numa espécie de êxtase parolo.
Aos que chamo "groupies", apetecia-me genuinamente abaná-los até perceberem que há gente com quem não se deve desperdiçar a hospitalidade, mesmo que esta seja dom que sobeje. E se há quem não mereça, são aqueles que não a sabem retribuir, os dos sorrisos falsos, que depois se vão rir à custa dos "Manéis e Marias com bigode" - (really?!) - enquanto palitam os dentes com as penas dos jantares que souberam "a pato".
Uma das minhas interrogações era sobre o porquê desta situação tão estúpida, desta merdinha de caracacá ter o poder suficiente para me tirar do sério. A mim e a toda uma legião de pessoas.
Em boa consciência e vergonhosamente admito que, a mim, (uma pessoa geralmente dada à ponderação e ao pacifismo), bastou-me ler que "os portugueses são isto e aquilo" para ficar pronta para me atirar à jugular.
Percebê-lo aumentou a minha resolução de entrar ainda mais no conflito para o perceber, e me perceber.
Participei activamente num fórum. No clímax da coisa, os manéis e marias são colocados de parte, e usa-se o argumento do invasor, explorador sanguinário, conquistador genocida, esclavagista, assassino de índios, como artilharia.
E eu lembrei-me de uma viagem de comboio em particular, onde sem qualquer mágoa nem apego, ouvi duas africanas em crioulo, e o seu discurso de que há que sacar o mais que se puder ao colonizador, por vingança e dívida.
Ambas as ocasiões me levaram numa viagem introspectiva de onde regressei mais forte e segura de quem sou:
Eu sou a Ana, nascida em 1979. E recuso-me a padecer da "síndrome do colonizador". Eu não sou os pecados dos nossos antepassados. Não colonizei, não matei, não conquistei, nem nunca tentei evangelizar alma alguma. Não devo nada a ninguém. Recuso-me a carregar às costas o peso de qualquer acontecimento no qual não vivi a tempo de participar. Apenas sou responsável por mim. Recuso dobrar-me perante quem não viveu a tempo de sentir na própria pele as ofensas que clamam. O mal é de quem escolhe vestir as dores de quem já não é, e que não são suas.
Viver no passado é recusar o presente. É deixar de ser quem é, para se emprestar a fantasmas imaginados.
Já fantasiei sobre como teria sido provavelmente um Mundo sem quaisquer incursões ultramarinas, e imagino uma Amazónia do tamanho de todo o continente americano albergando umas quantas tribos nativas, alheias à urgência febril do desenvolvimento europeu, um mega pulmão do planeta, um santuário natural como nenhum outro, e não me desagrada.
Também imagino como seriam os Descobrimentos, se ocorridos no presente dia. Gosto de pensar que, a nossa espécie, com mais 500 anos de evolução espiritual em cima, saberia lidar com os nativos de igual para igual, na base do diálogo e troca de conhecimentos, não lhes tomando qualquer pedaço de terra ou riqueza material.
Por enquanto, há-de haver sempre alguém que, por um qualquer motivo, nos há-de apontar o dedo e chamar de colonizadores, exploradores e mais ainda.
Mas como tudo, também isto o tempo curará. Basta meter os olhos nos romanos. Tiveram o mais grandioso império, construído sobre sangue, como são todos os impérios. No entanto, nunca vi ninguém apontar o dedo aos italianos contemporâneos pelo peso da sua História, pelos actos de César, por exemplo.
Tudo o que precisamos é de tempo. O Império Romano Ocidental extinguiu-se há cerca de 1500 anos, e hoje são mais conhecidos pelas maravilhas que deixaram pelo mundo, como as termas, as estradas, os templos.
Nós, Portugueses, deixámos de ser oficialmente colonizadores em 1999, quando Macau passou definitivamente para os chineses.
Portanto, lá para o ano de 3499 estaremos safos dos apontares de dedos. Até lá, tolerância e paciência q.b., mas não em demasia, porque há que nos curar deste "síndrome do colonizador" que nos faz fáceis de abusar por governos e entidades estrangeiras. É que Portugal é do povo, mas não é "o da Joana".
caixa de ressonância
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