segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Vida de cão: O "mimómetro"


Embora não exista propriamente uma maquineta que nos indica o quanto estragámos o Kiko com tanto mimo, o tal "mimómetro", existem alguns claros indicadores. Uns quantos pormenores no seu comportamento que acho hilariantes.

Partilho convosco um par deles.

O primeiro é quando "Sua Alteza Real" vai em passeio, e depois há uma qualquer coisinha que se aloja na pata e o incomoda. Pois bem, basta uma pequena folha, uma pétala agarrada ao pêlo, um ínfimo pauzinho, uma coisinha mínima para que o menino Kiko dê dois ou três passos a mancar, para depois parar e esperar que a mãezinha ou o paizinho lhe examinem a pata. O que normalmente acontece em menos de nada. Já está tão habituado que chega a esticar a patinha para a vermos melhor mal nos aproximamos dele. Quando se sente liberto do corpo estranho segue de cauda alçada, trotando com plena satisfação.

O segundo exemplo tem a ver com cocó. Às vezes a coisa não é tão simples quanto se deseja, e parte do dejecto fica preso. Pois bem, o Kiko não é menino para esfregar o rabiosque na relva ou ir lá com o nariz. Simplesmente fica imóvel, à espera que o libertemos daquela maçada. Coisa muito fácil de se fazer usando um saquinho como luva. A reacção é sempre a mesma: segue sorridente e altaneiro.


Coisas de jogar #6: Divinity Original sin



Recomendo!

Divinity Original sin







terça-feira, 13 de setembro de 2016

cromices #137: Ui, que ela agora julga-se uma atleta...



Graças ao Kiko, à trotinete e às caminhadas nunca estive em tão boa forma. Ganhei especialmente resistência e tonificação.

O meu erro foi ter visto uns quantos episódios de American Ninja Warrior. Para quem não conhece, é um programa americano inspirado no análogo japonês, em que concorrentes tentam superar uma prova com diversos obstáculos, que exigem diversas capacidades físicas bem afinadas.

Ou melhor, aqui está um exemplo:





Os atletas que competem fazem tudo parecer tão fácil, que foi fácil ficar empolgada com a ideia de tentar umas coisinhas novas. Então quando me deparei com equipamento de treino ao ar livre, larguei tudo e tive que ir tentar umas elevações em barra fixa.

Nem uma, senhores! Nem uma! Ficar lá pendurada é fácil, mas e fazer subir o corpinho usando estes palitos que tenho por pulsos?!





terça-feira, 23 de agosto de 2016

cromices #136: Eu egoísta me confesso, acto segundo.



Está um mais um daqueles dias bonitos e solarengos de Agosto. As janelas de casa abertas deixam entrar o sol e a brisa. As cortinas dançam levemente. Seria este um cenário perfeito não entrasse também, infelizmente, casa adentro o chinfrim da família "Fukushima".
De sol a sol, e às vezes noite dentro, é uma berraria constante.

O bairro tem muitas crianças, de todas as idades. Todas com comportamentos esperados para a sua idade: brincalhonas, espontâneas, activas... Mas mais nenhuma se ouve. Não assim desta forma.

Por mais que eu repita tipo mantra que é perfeitamente natural, que são crianças, a coisa não pega porque fazer barulho é normal, mas não a este nível.

A meio da manhã ainda soltei uma gargalhada, porque alguém passou na rua, e pelo "chiu" e palavrão sonoros que largou deu para notar que não sou a única por aqui enfadada com tanto chinfrim.

Berram os miúdos, berra o pai, (e não é pouco), e às vezes a mãe. Uma sinfonia infernal.

Não há nenhum benemérito milionário que lhes ofereça uma nova morada?!

Para mim, como sou egoísta, escolho receber algo que dinheiro algum pode comprar: paz, sossego, tranquilidade, silêncio.







cromices #135: Eu egoísta me confesso.


Há o tripadvisor, o zomato, e outros mil que existem para partilhar informações, críticas e comentários sobre estabelecimentos vários, de restaurantes a hotéis.
A sua utilidade é inegável. Também me sirvo destas ferramentas quando preciso de alguma informação sobre um estabelecimento, quer o conheça ou não, desde a morada, ao horário, ao menu, ou para descobrir novas opções.

No entanto, são sites que embora visite com frequência, não tenho por hábito utilizar enquanto comentadora. Imagino-me capaz de o fazer com uma crítica construtiva, mas refreio-me de o fazer no que toca a deixar elogios aos sítios que realmente gosto.
Isto porque, em primeiro lugar, gosto de elogiar pessoalmente e na hora. O segundo e maior motivo é porque sou egoísta: quero que os lugares que gosto se mantenham inalterados, o suficiente para continuar a gostar deles.

É uma daquelas situações que me deixam dividida: se por um lado é claro que desejo prosperidade e sucesso nos negócios a quem me recebe bem, por outro já tive, como muito boa gente, experiências que demonstraram que o aumento repentino desse mesmo sucesso em conjunto com um enorme afluxo de clientes, transforma irremediavelmente os negócios, e raramente para melhor.

Ainda ontem li o comentário de um amigo numa rede social sobre como estes sites dão cabo dos restaurantes bons e baratos em Lisboa.

Passei por uma experiência semelhante com aquele que foi, durante algum tempo, o nosso pub favorito. Até ser descoberto pelas massas era para nós o sítio perfeito, aquele que encaixava sem mácula nas nossas preferências: decoração gira e temática, calmo, com um clientela sossegada e moderada com uma idade média na ordem dos intas, atendimento simpático, num local cheio de verde e história.
Depois ficou na moda. Os clientes outrora moderados, que beberricavam qualquer coisa enquanto tinham conversas interessantes, deram lugar a gente barulhenta e excessiva como em qualquer outro bar. E se tal é bom para a contabilidade do negócio, também significou uma enorme mudança na sua personalidade e no atendimento, o que fez com que perdesse a vontade de lá ir com a frequência de antes.

Para mim foi uma lição: nunca revelarei os meus locais favoritos.

Vida de cão: Jantar fora com o Kiko.



Ontem, pela primeira vez, fomos jantar fora e levámos o Kiko connosco.

Optámos por uma das esplanadas de que somos clientes habituais. Já o levámos para várias esplanadas, mas até ontem, nunca para uma refeição mais morosa. Por ser a primeira experiência optámos por um local calmo, afastado q.b. do bulício das ruas, e por uma refeição leve e rápida de preparar.

O Kiko continua a ser um cão activo, mas nada que se assemelhe à pulga eléctrica que ele foi em pequeno.
Mesmo estando rodeado de pessoas, e sendo interpelado de vez em quando para levar umas festas, portou-se muito bem.
Como é um guloso de primeira, a comida é um estímulo que funciona na perfeição com ele: basta ir-lhe dando um bocadinho de qualquer coisa de vez em quando para ele se aquietar e ficar sentado a olhar para nós.

Estou contente. É uma experiência que podemos repetir. E com o passar do tempo poderemos experimentar locais mais movimentados e demorados.


sexta-feira, 19 de agosto de 2016

coisas da casa: Algo que hei-de sugerir aos meus vizinhos...


Ao longo dos anos tem crescido o meu apreço pelo uso de madeira na arquitectura, na decoração.

É um material nobre, belo, que transmite uma sensação de conforto e dá um toque acolhedor a qualquer espaço.

O uso da madeira voltou a estar na voga, seja no interior ou no exterior dos edifícios. O carácter que esta providencia é múltiplo, e dependendo da cor, do corte e afins tanto se pode conseguir um ar rústico, como algo bastante sofisticado.

Adoraria revestir a varanda a madeira, tecto e paredes. Acho que é uma opção que, para além de tornar aquele espaço mais convidativo e bonito, creio que seria uma mudança estética positiva que teria reflexo no valor do próprio prédio se todos alinhassem nesta mudança.

Alguns exemplos:

 
 
 
 
 






 

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

cromices #134: Para os que cantarolam...



Adoro cantarolar!

É no duche, é quando cozinho, enquanto lavo a louça, por vezes até durante os passeios do Kiko...

Desgraçado de quem me ouve! O marido, habituado a estes concertos, até diz que aprecia. Os apaixonados para além de cegos, como diz o adágio, devem ser também surdos!

Estas são algumas das músicas que fazem parte do meu "top cantarolices". E vós, que cantarolais?











Quando as mulheres falam de sexo #49









terça-feira, 16 de agosto de 2016

coisas de comer: Andamos totalmente viciados em...



... cogumelos frescos.


Retiro-lhes a pele, e lavo-os em água com vinagre, como faço com todas as frutas e vegetais. Corto-os a gosto, seja às tiras ou aos quartos, com ou sem pé, conforme me der na telha.

Coloco-os numa frigideira antiaderente previamente aquecida, com uma noz de manteiga. Tempero com sal (pouco), pimenta, umas gotas de sumo de limão e adiciono coentros frescos.

Acompanham na perfeição lombinhos de salmão, que adiciono à frigideira quando a cozedura dos cogumelos vai a meio, ou que bem que ficam numa omelete a que adiciono também raspas de um qualquer queijo com um sabor mais acentuado. Ou ainda com hambúrgueres, ou uns quaisquer bifinhos.

Com uma salada fresca e diversa em folhas verdes sabe tão bem!