segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Vida de cão: a farmácia caseira do cão.


Não haverá casa alguma que não tenha uma mini farmácia, um arsenal de medicamentos e produtos de higiene e bem estar a pensar num sem número de indisposições e maleitas, desde a aspirina, o ibuprofeno, o paracetamol, o antidiarreico, a pomada para queimaduras e feridas, a água oxigenada, o álcool, etc, etc, etc.

Se a família conta com membros de quatro patas então nada mais natural que ter à disposição alguns produtos especialmente a pensar neles. De preferência totalmente separados dos nossos, porque o que é permitido e benéfico para os humanos é geralmente tóxico e até mortal para os animais.

Dou-vos alguns exemplos dos itens que pertencem à "farmácia caseira" do Kiko:

- Compressas de gaze esterilizada e unidoses de soro fisiológico, usualmente utilizadas para lhe limpar os olhos e qualquer ferida.

- Pomada Omnimatrix, que é uma pomada que promove a regeneração e a cicatrização da pele de qualquer animal. Utilizamos nas patas quando notamos que a pele destas está rija, seca, menos macia. Temos que nos lembrar que as patas dos animais andam em contacto directo com todo o tipo de solo - de relva, areia, terra, calçada e alcatrão, e há que ter especial atenção a esta parte do corpo antes que se criem lesões.
Decerto há vários produtos similares no mercado, mas esta marca foi-me receitada pela veterinária e desde aí é esta que usamos.

- Pasta de dentes e hidrogel. Lembro que todos os produtos utilizados para a higiene oral canina são especificamente concebidos para eles. Os nossos produtos não lhes são adequados.

- Betadine, o clássico desinfectante e antisséptico.

- Pente próprio para apanhar pulgas, e pinça para carraças. Para o caso de alguma escapar ao efeito do comprimido.





quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

coisas de opinar: Os meus dois tostões sobre isto da Supernanny



Quem defende o programa fá-lo utilizando o argumento de "conteúdo pedagógico".
A questão é que a pedagogia não pode existir de mãos dadas com a psicopatologia que é o voyeurismo, que é definido como a curiosidade mórbida sobre aspectos privados ou íntimos da vida de alguém.

É de valor que se abordem os temas da pedagogia, até porque todas as famílias são disfuncionais à sua maneira, não há tarefa mais complicada que a educação e não há pais que não precisem de ajuda, tanto aqueles que pensam que sabem tudo como os que se demonstram já desesperados, prontos a atirar a toalha ao chão.

É de valor que um canal de televisão demonstre vontade de colocar à disposição do grande público um programa que tenha a intenção de ser uma ferramenta positiva para aqueles que participam do programa, como para aqueles que o assistem. Mas a intenção em si não chega: os meios, os métodos, os resultados têm de honrar a mesma.

E este formato não o faz.

Poderia se se limpasse o formato das componentes invasivas e desrespeitosas que alimentam o voyeurismo de quem assiste. Como? Utilizando o método de encenação que já conhecemos de outros programas, ao invés de apresentar ao mundo e expor na primeira pessoa a família real.

A presença da família real não é, de forma alguma, imprescindível. Nem sequer necessária. A não ser, claro, que a intenção não seja tão pedagógica, bonita e fofinha como nos querem fazer crer, e não passe da conquista de audiências através da exploração da curiosidade mórbida que temos sobre a vida alheia.

No dia em que se quiser fazer um programa para realmente auxiliar as famílias, (lá está, as que participam e as que assistem), enviam uma equipa de técnicos bem formados e competentes para trabalhar com estas em privado, e contratam actores para encenar e mostrar ao público as situações enquanto os tais profissionais vão esmiuçando a situação, explicando o contexto com que se depararam, o seu diagnóstico, a metodologia que escolheram para solucionar o problema e porquê, e os resultados que obtiveram ou não.

Lembro que no programa "E se fosse consigo?" do mesmo canal, onde são abordadas todo o tipo de temas como o racismo, o bullying, a violência doméstica, os maus tratos a idosos, o consumo excessivo de álcool, entre outros, todas as situações são encenadas. Em nenhum episódio houve, felizmente, a peregrina ideia de ir buscar intervenientes que não fossem actores.

E se as pessoas ficariam chocadas se neste contexto se utilizassem verdadeiras vítimas de violência doméstica, de assédio, etc, que isso seria uma imensa violação da sua privacidade, do seu direito de imagem, e um transtorno para a vida toda passar a ser conhecida por milhares e milhares de estranhos, para além dos colegas de trabalho, os vizinhos, os familiares, os amigos, os inimigos, e todo o cão, gato e periquito como a pessoa que passou ou passa por X, porque há quem insista que não há problema algum em fazer exactamente o mesmo a uma criança?


sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

coisas de opinar: O meu cânone de beleza feminina



Quando era miúda, um qualquer canal fez uma reposição da série "os vingadores" - (não sou tão velha que tenha assistido à estreia da mesma no pequeno ecrã).
Achei que nunca tinha visto ninguém com tanto estilo e carisma como a Mrs. Peel.
Mais de duas décadas depois, continuo a achar o mesmo.



coisas que gosto: Depois de 2/3 semanas a dar no IQOS...


... e visto que ainda temos por casa "tabaco normal" que mais ninguém lhe pegou desde que a milagrosa maquineta nos chegou às mãos, fui pegar num Marlboro só para ver qual era a sensação.

Fumei-o, nas custou-me. Soube tão mal, para além que senti a minha pele a repuxar toda e tive a certeza que estaria, a cada bafo, a fazer caretas horríveis.
No fim, fui lavar os dentes, (duas vezes!), e as mãos até deixar de sentir o cheiro.

Portanto é sinal que aquela coisa do IQOS ter menos 90% dos químicos vulgarmente associados ao tabaco comum é capaz de ser bem real, para além de não haver combustão. Nota-se no sabor, no cheiro, em tudo.

Para quem não sabe do que raio estou a falar, fica o link: IQOS.



coisas de jogar: Northgard


Northgard