quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Sabedoria dos intas em 10 segundos #35





A vida dá-nos daquilo que gostamos, ou nós é que aprendemos a gostar daquilo que a vida que nos vai dando?


Em parte, não será a Gratidão, esta filosofia de sermos gratos por tudo o que somos e o que temos, mais do que um caminho espiritual, uma elevação do próprio ser, simplesmente uma técnica de sobrevivência?


Porque, no fim de tudo, se a vida nos dá limões, não será tão mais fácil convencermo-nos que adoramos limonada?



segunda-feira, 20 de outubro de 2014

coisas de aprender: cestaria





Cestaria compreende o fabrico de diversos utensílios e objectos, obtidos através do entrelaçamento de fibras de origem natural.


É uma arte praticada desde os primórdios da Civilização. Através de diversas técnicas, a cestaria foi utlizada por todos os povos em redor do globo para uma imensidão de fins, desde o fabrico de objectos de adorno pessoal, como pulseiras e colares, como para fazer armadilhas de pesca, revestimentos para as casas, soluções para armazenamento e transporte de alimentos e outros bens, entre muitos outros. Os Persas até usavam escudos feitos desta forma.


Em Portugal, há sinais da sua prática que remontam aos dias da cultura castreja. Dizem que a Vila de Gonçalo é o berço da cestaria na Península Ibérica.


É um saber tão antigo quanto o Homem, o que lhe dá um valor acrescido. Portanto é uma técnica que vale a pena conhecer e disseminar, para que nunca se perca.


Deixo-vos dois vídeos. O primeiro, ensina a fazer uma cesta em material natural. O segundo, une este saber à reciclagem, e ensina a fazê-lo com papel de jornal.


Divirtam-se.




















coisas de ver #44







Forever












quinta-feira, 16 de outubro de 2014

cromices #50: A dar fist bumps às velhinhas





Vivo numa pequena localidade e gosto do espírito de aldeia que por aqui subsiste.


As pessoas conhecem-se e cumprimentam-se.


As velhinhas em especial, umas mais que outras, apreciam um dedo de prosa e dois beijinhos.




Eu, se encontrar uma forma gentil e discreta de o fazer, tento escapar-me aos beijinhos.
É um tipo de cumprimento que não aprecio, sobretudo nesta altura do ano, em que começam a proliferar os casos de gripe e constipações.


Por acaso, até fico fula, quando depois de trocar os rituais dois beijos na face com alguém, e se passa às troca de galhardetes cordiais do costume, "como tem passado" e afins, a resposta é uma queixa sobre a constipação ou o raio que os parta.


Nesse momento, se o meu olhar matasse, caíam ali redondos, que nem tordos. Eu, que sou uma pessoa que evita a todo o custo esse tipo de contactos quando estou doente, para não andar a contaminar ninguém, fico furiosa com esta gente, (de todas as idades), que parecem não possuir dois dedos de testa para chegarem à mesma conclusão e terem a mesma cortesia.




Este Inverno não vai haver beijinhos para ninguém. Vou passar a cumprimentar toda a gente com fist bumps.
É a forma mais higiénica de todas.




Hoje de manhã, quando desci para tomar o pequeno-almoço no sítio do costume, pareceu-me uma boa altura para começar a introduzir o fist bump.


Uma das velhinhas já esticava o pescoço para os beijinhos, e eu reagi:
 - "Vou-lhe ensinar um novo tipo de cumprimento! É à maneira, até o presidente Obama usa!


Depois do fist bump, quis os dois beijinhos à mesma.


É continuar a persistir. Primeiro estranha-se, depois entranha-se, já dizia Pessoa.



















quarta-feira, 15 de outubro de 2014

coisas de ver #43





Scorpion












O meu conceito de família





Há pessoas para quem os laços de sangue são tudo. Para mim, sangue simples e unicamente pelo sangue é desprovido de valor.

A Família é basilar para mim. Mas, a minha família é aquela que fui construíndo ao longo da vida.
É composta tanto por pessoas que partilham comigo uma herança genética, como por quem foi chegando e ficando por afinidade.
O ponto em comum entre todos é que conquistaram o seu lugar.


Dito assim, até parece que sou alguém de trato particularmente difícil, e não creio que seja verdade. Peculiar, certamente. Difícil, nem tanto assim.


A minha Família é feita de pessoas que me honram pela sua presença, por se quererem na minha vida e me quererem na delas.


Sobretudo são pessoas que me cativaram.
Cativam-me as pessoas que sabem ser afáveis, gentis, carinhosas, generosas, empáticas, verdadeiras, que se querem dar de livre vontade, e não por se tratar de uma obrigação diplomática ou familiar, ou por acharem que vão ganhar algo com isso.


Nas relações não devem existir obrigações, fretes ou hipocrisias.




Não é difícil. Basta cativarem-me uma única vez, e mesmo que fiquemos 20 anos sem nos ver, saberão que a única distância que mata relações é a emocional. Porque para quem soube cativar, mesmo que uma única vez, terão sempre disponíveis um abraço e um sorriso que nunca se extingue.


Tenho sorte. Tenho família de sangue que se soube elevar ao papel de amigo. Tenho amigos que me são família. Marcaram-me pelo que são e pela forma como agem.


No meu conceito de família, embora o meu coração albergue muita gente, as pessoas estão divididas em vários níveis, um pouco como no Inferno de Dante.

O anel exterior é o mais populoso. Nele cabem praticamente todas as pessoas que conheço, com quem não existiu propriamente uma ligação emocional, inclusive alguns familiares que não considero da Família, tipo aqueles que vi para aí uma vez na vida, e que se os vir na rua nem reconheço.
Se têm direito a um lugar, é porque mesmo assim lhes desejo tudo de bom, embora não sinta vontade de aprofundar a relação.


No centro de tudo, cabem muito poucos. Menos de uma mão cheia: os meus pais, o meu marido, e a minha irmã de coração.




Acho que aprendi a ser assim, também por uma questão de geografia. Tirando um par de membros da família, todos os outros se encontravam a centenas de quilómetros de distância.
Ao longo dos anos os papéis tradicionais familiares foram sendo cumpridos por quem estava mais próximo.
Por exemplo, a querida e saudosa Gertrudes, a minha ama de infância, por não me tratar de forma diferente dos seus netos, tornou-se a minha terceira avó. O que não retira nenhum mérito às minhas avós, mas diz certamente muito, (e bem), sobre a pessoa que foi a minha ama.
Tantos amigos que ocuparam o lugar de irmãos mais velhos, de primos. Alguns pais destes que foram uns tios bestiais.




Não desgosto do meu conceito. Tem-me servido bem durante a vida. A sua grande vantagem reside numa espécie de meritocracia, porque não há lugar para quem não nos faz bem, haja ou não laço de sangue.

















terça-feira, 14 de outubro de 2014

coisas que gosto #17: Já conhecem a Família Pereira?





A família Pereira vive em comunidade. Venderam os seus bens, largaram os empregos, e abraçaram um novo estilo de vida.


Trocaram o stress por uma maior harmonia. Após um ano concluem que agora vivem, e que antes, sobreviviam. Confiam no projecto, e em si mesmos, e não se sentem desiludidos.


Com alguns apoios, construíram a Quinta do Lobo Branco, em Penafiel. Para além de ser a sua casa, este espaço funciona também como unidade de turismo rural, onde também se fazem retiros, e se disponibilizam aos hóspedes várias actividades e terapias.


Vejam a reportagem sobre esta Família em Comunidade aqui.







coisas de ver #42



Uma espécie de Goonies dos dias de hoje.
Earth to Echo












segunda-feira, 13 de outubro de 2014

A melhor empresa do mundo #2: O transporte de e para a empresa







A quantidade de automóveis que circulam diariamente são um problema.
Segundo dados de 2006, o número total de veículos a circular no nosso país são cerca de 5,6 milhões. Diz-se, igualmente, que Portugal é dos países da Europa com mais automóveis por habitante.


Lisboa e Sintra são os dois municípios com maior densidade populacional do país. O primeiro com cerca de 519 mil habitantes, e o segundo com cerca de 419 mil, (dados de 2005).
Não será então de estranhar que a IC 19 seja das vias com maior tráfego. Aliás, até já foi considerada das mais congestionadas da Europa, para além de ser apelidada igualmente a "mais perigosa" a nível nacional.


Outras vias, como a A5 não são excepção.
Qualquer pessoa que já tenha experimentado qualquer um dos trajectos saberá bem a frustração de estar parado no trânsito a caminho do emprego, por exemplo.




Esta situação é um problema que se reflecte:


- No bem estar do indivíduo. O stress que resulta de vivenciar o trânsito regularmente tem custos para a saúde. Na óptica de interesses das próprias empresas, esse stress afecta perniciosamente o desempenho do trabalhador, como é natural. Outra manifestação são os possíveis acidentes, e as suas consequências.


- No meio ambiente. Pela poluição gerada pela quantidade de gases libertados para a atmosfera. Pelo gasto de recursos finitos como o combustível fóssil.


- Na economia. Cada veículo significa um pacote de custos para o seu proprietário, que engloba desde os custos de aquisição, manutenção, seguro, combustível. Um imenso desperdício quando verificamos que, a bordo de cada automóvel, vai geralmente uma só pessoa.


- No tempo. É um despedício infeliz de vida, (porque tempo é vida), o tempo que cada pessoa passa no trajecto casa-trabalho / trabalho-casa. Chegam a ser horas diariamente.




1 - Não serão os transportes públicos a solução?


Infelizmente, (ainda) não.
Em muitos casos, a nossa rede de transportes públicos entende-se mais propriamente como parte do problema do que da solução.
Há pessoas que não podem abdicar da viatura própria porque não existe transporte público que sirva aquele trajecto, ou porque não há compatibilidade com os horários praticados, ou ainda porque a viagem entre os pontos A e B implicam uma série surreal de transbordos que resultam numa perda inacreditável de tempo.
Quem não tem outra hipótese, conhece esta realidade, para além dos atrasos, greves e afins.
Hoje em dia, os preços dos transportes são também tão elevados que, este torna-se um bom argumento para não abdicar do conforto do próprio automóvel.


Embora sejam muito bons quando comparados com o que existe noutros países, ainda não se tornou possível desenvolver um modelo de transportes públicos suficientemente rápido, dinâmico, eficiente, confortável, de modo a ser visto como uma excelente alternativa ao carro para a maioria da população.




2 - A bicicleta


Nos últimos tempos houve um "boom" em relação ao interesse para com a bicicleta. Indo mais além da prática desportiva, há quem a use como meio de transporte, e nota-se o interesse de mais pessoas em querer usá-la para esse fim.


A bicicleta é o meio de transporte mais barato. Por 500 ou 600 euros adquire-se um modelo bastante decente. Quantia que significa apenas alguns meses de passe dos transportes públicos.


É também o mais saudável, e não polui.


Se não aumenta já de forma exponencial o uso da bicicleta para este fim é porque as empresas não possuem condições para tal.






A melhor empresa do mundo teria um estacionamento para bicicletas.


Onde estariam abrigadas das condições climatéricas, e em segurança.






A melhor empresa do mundo teria balneários completos.


Estes estariam equipados com zona de cacifos, duches, e sanitários.






3 - Mas decerto que nem todas pessoas pensam locomover-se em bicicleta. E as outras?




A melhor empresa do mundo possui um serviço de transporte colectivo para os seus funcionários.


Um autocarro de dois andares transporta simultaneamente cerca de 90 pessoas. Isso significa menos 90 viaturas na estrada, ou tornar disponíveis, para outros utentes e em determinado momento, 90 lugares nos transportes públicos.


Um autocarro de dois andares tem a mesma pegada ecológica que um autocarro de um só piso, que transporta  cerca de 40 pessoas. Portanto é uma solução amiga do ambiente.


Significa uma solução económica, porque mesmo que cada trabalhador pagasse somente 50 euros pelo passe combinado dos transportes públicos, (que os há bem mais caros), uma empresa não gastaria 4500 euros por mês neste serviço.
Isto fazendo a conta a 50 euros por apenas 90 trabalhadores. Quanto mais pessoas a utilizarem o mesmo autocarro, maior a poupança.


Significa igualmente menos stress na vida dos funcionários. Como não vão a conduzir podem aproveitar a viagem para relaxar, ouvir música, ler, dormir.
Para os que teriam que andar de transportes, significa o fim das esperas ao sol, chuva e frio, dos atrasos, do perder os transbordos por um par de minutos.






4 - Como gerir os custos destes benefícios?




Reduzir custos é fundamental.


O primeiro passo, em relação aos autocarros do serviço de transporte colectivo de funcionários, é diagnosticar se é mais vantajoso para a empresa a aquisição dos mesmos, ou o aluguer.


Depois, a melhor estratégia para reduzir custos é rentabilizar esses benefícios.


Como?


Vendendo esses benefícios como serviço a outras empresas próximas geograficamente.
No caso do autocarro, significaria colocar à disposição das mesmas, o serviço de transporte colectivo dos seus trabalhadores, mediante pagamento. Praticando um preço per capita competitivo, mas que ainda assim, ajudaria a diminuir os custos com os benefícios que apresentamos aos nossos funcionários. Quem sabe até mitigá-los por completo, e gerar lucro.








Imaginem se todas empresas aderissem a este sistema. Autocarro a autocarro, viagem a viagem, estariamos a retirar centenas, milhares de veículos automóveis das estradas.


Que acham? Gostam da ideia? Gostariam de a ver implementada na vossa empresa?









caixa de ressonância












sexta-feira, 10 de outubro de 2014

A melhor empresa do mundo #1: O horário de trabalho e a produtividade





Aqui há tempos falei-vos que um dos meus sonhos, (coisa improvável de suceder), que era ter o capital, (grana, pilim, carcanhol), necessário para abrir uma empresa, onde pudesse implementar as teorias que venho desenvolvendo ao longo dos anos sobre as mudanças que acho necessárias para a evolução da sociedade.
Como um estudo científico em ambiente controlado, numa espécie de placa de Petri, que, em caso de sucesso, poderia significar uma inspiração para um novo modelo vigente, quiçá global.
Podem ler o post aqui.


Serve esta nova rubrica para vos apresentar esses conceitos com mais detalhe.






- Na "melhor empresa do mundo", seria instaurado o horário semanal de 30 horas.






-Porquê? Qual a motivação?

Porque nada existe isoladamente no Universo. Todas as acções implicam obrigatoriamente reacções que vão para além de si. As repercussões das mudanças no ambiente laboral ecoam em todos os outros ambientes da vida humana. Deduzo logicamente que, se implementarmos mudanças positivas no universo do trabalho, colheremos frutos positivos nas restantes áreas.


A missão deste conjunto de medidas no ambiente laboral, é a longo prazo, construir um mundo melhor. Começar a fazê-lo em pequenos passos, porque não há que subestimar o efeito borboleta.




- Porquê as 30 horas?


Numa visão mais utópica, talvez possível daqui a 500 ou mil anos, eu defendo um horário de 20 horas semanais. 30 parece-me um meio termo fazível entre o que imagino como ideal, e o que seria possível implementar na nossa realidade.
Na minha visão, uma sociedade verdadeiramente avançada e produtiva, é aquela em que existe um elevado índice de auto-sustentabilidade, em que ninguém está totalmente dependente do salário como hoje em dia.


Para mim, as 20 horas estão longe de significar uma sociedade de gente dedicada ao dolce far niente. Pelo contrário, significa antes trabalhar 4 horas por dia numa qualquer empresa, e ter outras 4 horas diárias para dedicar à produção dos próprios alimentos na horta do agregado familiar, fazer a lida doméstica, participar activamente na educação dos filhos, e apoiar os idosos da família, e ainda poder seguir a sua vocação como segunda ocupação. Imaginem por exemplo, um mecânico de carreira, pintor de vocação; ou um designer cantor, um enfermeiro tecelão.




- Como seria implementado?


No momento da sua contratação, cada trabalhador teria a liberdade de escolher entre três modalidades de horário:
1) Ou trabalha 5 dias por semana, 6 horas por dia.
2 ) Ou, passa a ter 3 folgas semanais. Trabalhando 4 dias por semana, 7,5 horas por dia.
3) Ou ainda existe a opção de intercalar, entre semanas, a modalidade 1 e 2.




- Quais os benefícios para o trabalhador desta prática?


Em primeiro lugar, a liberdade de escolher a própria modalidade de horário de trabalho resulta numa maior harmonia entre o trabalho e as restantes faces da vida da pessoa.


Há que sublinhar que a estipulação das 40 horas semanais e das duas folgas foi um tremendo avanço civilizacional, e uma vitória. Hei-de vos trazer em breve mais sobre este tema, como era a vida antes das 40 horas, o enquadramento histórico, tudo isso.


As 40 horas permitem tripartir o dia em parcelas iguais para o trabalho, o descanso e actividades várias, inclusive de lazer.


Actualmente o ser humano é mais complexo, numa sociedade que também o é.
Como exemplo, se olharmos para os desafios da parentalidade, o passado e o tempo presente apresentam realidades muito distintas. Hoje em dia "cama, mesa e roupa lavada" fica muito aquém do que é exigido aos pais. Espera-se da parte destes uma participação extremamente activa na vida dos filhos, como nunca antes na história da nossa espécie, em casa, na escola, nas actividades extra-curriculares, etc.
E isso requer sobretudo tempo e disponibilidade, que se tornaria uma missão menos difícil com uma diminuição das horas dispendidas a trabalhar.


Em resumo, menor horário de trabalho significa mais tempo para a família, aumentando a qualidade das relações com os filhos, com a cara metade, significando também mais disponibilidade para os pais, para quem essa atenção será tão significativa no seu envelhecimento.
Tempo para si próprio em actividades de auto-realização sejam hobbies, prática desportiva, etc. Mais tempo para a gestão da casa e todas as burocracias da vida moderna.
Tempo para aprender, continuando a sua formação, o que resultará também num benefício para a própria empresa.




- Quais os benefícios para a empresa? Esta não veria a sua produtividade ameaçada?


"Produtividade é produzir mais em menos tempo, com menor custo e maior eficiência."


Estar presente não significa ser produtivo. O mesmo se pode dizer em relação às horas de trabalho: mais não significa melhor.


Felizmente já começam a existir empresas, também por cá, que o percebem.
Que proibem a presença dos empregados após o horário laboral.
Que em vez de aplaudirem aqueles que ficam até tarde, (o que tantas vezes significa dar graxa às chefias ao invés de produtividade, ou uma empresa esclavagista que conta com poucos para fazer o trabalho de muitos), entendem que tal significa que há um potencial problema que necessita de ser diagnosticado e resolvido o quanto antes. Que se interrogam em tal análise porque pessoa X não conseguiu cumprir os objectivos diários nas horas devidas. Objectivos demasiado ambiciosos? Falta de condições na empresa? Falta de know how ou motivação?


Assim se comportam as empresas da nova guarda!

Quando se fala em produtividade são factores como as boas condições de trabalho, a capacidade de motivar os trabalhadores, a existência de comunicação, o limitar a burocracia a um mínimo, a existência de infraestruturas e ferramentas adequadas, formação e know how, salutar ambiente de trabalho e a boa organização e gestão que contam.




Como empreendedora, consideraria o horário de 30 horas, um excelente investimento que me traria como retorno trabalhadores felizes, motivados, e dispostos a dar o seu melhor.




Que acham?