quarta-feira, 7 de março de 2018
terça-feira, 6 de março de 2018
coisas de comer: Espinafres, espinafres, espinafres!
O espinafre é um superalimento e como tal o seu consumo tem inúmeros benefícios para a saúde.
Não só nos fazem fortes como o Popeye, como ajudam a manter o cabelo e a pele saudáveis, fortalecem os músculos, ajudam a controlar a diabetes, a prevenir o cancro e a asma, ajudam a manter os ossos saudáveis e a reduzir a pressão arterial, contribuem para um sistema digestivo salutar e um intestino sem episódios de obstipação, e por fim ainda contribuem para a saúde ocular.
A única atenção é que, como qualquer outra substância e/ou alimento, não devem ser consumidos em excesso, sobretudo por pessoas com tendência para criar pedras nos rins. Isto porque possuem na sua composição um teor elevado de oxalatos como muitos outros vegetais, cacau, chocolate, nozes, sementes, etc, o que pode diminuir a absorção de cálcio por parte do organismo, e ajudam à formação de cálculos renais.
Eu adoro espinafres, o seu sabor, a sua textura.
Uso-os com bastante frequência nas sopas, inteiros ou passados em cremes de legumes.
São óptimos em quiches, pizzas, lasanhas, sejam elas vegetarianas ou não. Em saladas, e até em bolos. Como acompanhamento, em esparregado, ou simplesmente salteados. Em sumos naturais, com maçã e gengibre, por exemplo.
Hoje o meu almoço foi penne salteado na frigideira com azeite, orégãos, uma generosa quantidade de espinafres e mini tomates de cacho.
Para o jantar, daqui a menos de nada estarão prontos cogumelos recheados com uma mistura de cebola picada e refogada com os pés dos cogumelos, também picados, a que foi adicionada uma boa dose de folhas de espinafres, sal, pimenta, ervas aromáticas a gosto e um toque de mostarda. Após arrefecer, tudo isto foi misturado com um requeijão, e dividido pelos vários cogumelos, que por fim vão ao forno.
segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018
Vida de cão: a farmácia caseira do cão.
Não haverá casa alguma que não tenha uma mini farmácia, um arsenal de medicamentos e produtos de higiene e bem estar a pensar num sem número de indisposições e maleitas, desde a aspirina, o ibuprofeno, o paracetamol, o antidiarreico, a pomada para queimaduras e feridas, a água oxigenada, o álcool, etc, etc, etc.
Se a família conta com membros de quatro patas então nada mais natural que ter à disposição alguns produtos especialmente a pensar neles. De preferência totalmente separados dos nossos, porque o que é permitido e benéfico para os humanos é geralmente tóxico e até mortal para os animais.
Dou-vos alguns exemplos dos itens que pertencem à "farmácia caseira" do Kiko:
- Compressas de gaze esterilizada e unidoses de soro fisiológico, usualmente utilizadas para lhe limpar os olhos e qualquer ferida.
- Pomada Omnimatrix, que é uma pomada que promove a regeneração e a cicatrização da pele de qualquer animal. Utilizamos nas patas quando notamos que a pele destas está rija, seca, menos macia. Temos que nos lembrar que as patas dos animais andam em contacto directo com todo o tipo de solo - de relva, areia, terra, calçada e alcatrão, e há que ter especial atenção a esta parte do corpo antes que se criem lesões.
Decerto há vários produtos similares no mercado, mas esta marca foi-me receitada pela veterinária e desde aí é esta que usamos.
- Pasta de dentes e hidrogel. Lembro que todos os produtos utilizados para a higiene oral canina são especificamente concebidos para eles. Os nossos produtos não lhes são adequados.
- Betadine, o clássico desinfectante e antisséptico.
- Pente próprio para apanhar pulgas, e pinça para carraças. Para o caso de alguma escapar ao efeito do comprimido.
sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018
quarta-feira, 24 de janeiro de 2018
coisas de opinar: Os meus dois tostões sobre isto da Supernanny
Quem defende o programa fá-lo utilizando o argumento de "conteúdo pedagógico".
A questão é que a pedagogia não pode existir de mãos dadas com a psicopatologia que é o voyeurismo, que é definido como a curiosidade mórbida sobre aspectos privados ou íntimos da vida de alguém.
É de valor que se abordem os temas da pedagogia, até porque todas as famílias são disfuncionais à sua maneira, não há tarefa mais complicada que a educação e não há pais que não precisem de ajuda, tanto aqueles que pensam que sabem tudo como os que se demonstram já desesperados, prontos a atirar a toalha ao chão.
É de valor que um canal de televisão demonstre vontade de colocar à disposição do grande público um programa que tenha a intenção de ser uma ferramenta positiva para aqueles que participam do programa, como para aqueles que o assistem. Mas a intenção em si não chega: os meios, os métodos, os resultados têm de honrar a mesma.
E este formato não o faz.
Poderia se se limpasse o formato das componentes invasivas e desrespeitosas que alimentam o voyeurismo de quem assiste. Como? Utilizando o método de encenação que já conhecemos de outros programas, ao invés de apresentar ao mundo e expor na primeira pessoa a família real.
A presença da família real não é, de forma alguma, imprescindível. Nem sequer necessária. A não ser, claro, que a intenção não seja tão pedagógica, bonita e fofinha como nos querem fazer crer, e não passe da conquista de audiências através da exploração da curiosidade mórbida que temos sobre a vida alheia.
No dia em que se quiser fazer um programa para realmente auxiliar as famílias, (lá está, as que participam e as que assistem), enviam uma equipa de técnicos bem formados e competentes para trabalhar com estas em privado, e contratam actores para encenar e mostrar ao público as situações enquanto os tais profissionais vão esmiuçando a situação, explicando o contexto com que se depararam, o seu diagnóstico, a metodologia que escolheram para solucionar o problema e porquê, e os resultados que obtiveram ou não.
Lembro que no programa "E se fosse consigo?" do mesmo canal, onde são abordadas todo o tipo de temas como o racismo, o bullying, a violência doméstica, os maus tratos a idosos, o consumo excessivo de álcool, entre outros, todas as situações são encenadas. Em nenhum episódio houve, felizmente, a peregrina ideia de ir buscar intervenientes que não fossem actores.
E se as pessoas ficariam chocadas se neste contexto se utilizassem verdadeiras vítimas de violência doméstica, de assédio, etc, que isso seria uma imensa violação da sua privacidade, do seu direito de imagem, e um transtorno para a vida toda passar a ser conhecida por milhares e milhares de estranhos, para além dos colegas de trabalho, os vizinhos, os familiares, os amigos, os inimigos, e todo o cão, gato e periquito como a pessoa que passou ou passa por X, porque há quem insista que não há problema algum em fazer exactamente o mesmo a uma criança?
sexta-feira, 19 de janeiro de 2018
coisas de opinar: O meu cânone de beleza feminina
Quando era miúda, um qualquer canal fez uma reposição da série "os vingadores" - (não sou tão velha que tenha assistido à estreia da mesma no pequeno ecrã).
Achei que nunca tinha visto ninguém com tanto estilo e carisma como a Mrs. Peel.
Mais de duas décadas depois, continuo a achar o mesmo.
coisas que gosto: Depois de 2/3 semanas a dar no IQOS...
... e visto que ainda temos por casa "tabaco normal" que mais ninguém lhe pegou desde que a milagrosa maquineta nos chegou às mãos, fui pegar num Marlboro só para ver qual era a sensação.
Fumei-o, nas custou-me. Soube tão mal, para além que senti a minha pele a repuxar toda e tive a certeza que estaria, a cada bafo, a fazer caretas horríveis.
No fim, fui lavar os dentes, (duas vezes!), e as mãos até deixar de sentir o cheiro.
Portanto é sinal que aquela coisa do IQOS ter menos 90% dos químicos vulgarmente associados ao tabaco comum é capaz de ser bem real, para além de não haver combustão. Nota-se no sabor, no cheiro, em tudo.
Para quem não sabe do que raio estou a falar, fica o link: IQOS.
quinta-feira, 11 de janeiro de 2018
terça-feira, 9 de janeiro de 2018
terça-feira, 26 de dezembro de 2017
cromices #157: Nada como um post altamente sexista dentro da quadra natalícia
Não passa um único dia em que não seja noticiado mais um qualquer estudo, com mais ou menos credibilidade, mais ou menos importância, mais ou menos palerma, mais ou menos óbvio, sobre preferências, insights, o que faz bem e o que faz mal, etc.
Dia 18, a revista Visão, noticiava um destes estudos num artigo intitulado "Mulheres sofrem mais de problemas mentais do que os maridos a vida quase toda. Até que eles morrem..."
Fiel à croma que sou, foi inevitável lembrar-me de todo um compêndio de piadas e historietas alusivas ao tema e desbragar-me a rir.
Da entrevista a uma senhora que, já tendo ultrapassado as cem primaveras, com uma invejável saúde e lucidez, em que esta confessava que o segredo para tal longevidade era fugir do álcool e dos homens.
Da graçola que "eles" costumam dizer sobre "elas" falarem muito, ao que "elas" respondem que isso só acontece porque têm que repetir a mesma coisa meia dúzia de vezes até serem ouvidas.
Das milhentas piadolas feitas por mulheres sobre o seu quotidiano em que comparam os maridos a mais um filho, ao facto de nunca saberem o lugar de nada nas próprias casas, de precisarem quase sempre de assistência mesmo quando supostamente estão a executar uma qualquer tarefa sozinhos...
Do bizarro e cómico episódio que, por ser tão inusitado, a minha mãe nunca esqueceu, mesmo tendo-se passado quando esta era uma pequena criança, numa aldeia do interior, e que é mais ou menos assim:
Após o velório de um idoso da aldeia, a minha avó e a minha mãe tiveram que retornar à casa da família onde este tinha decorrido, porque se tinham esquecido de algo. Foram dar com a velha viúva a dançar e a cantar.
Clichés, piadas, e toda a minha cromice e sentido de humor retorcido à parte, existe realmente a conclusão do tal estudo divulgada pelo citado artigo, efectuado pelo serviço nacional de saúde britânico, com uma amostra de 8 mil pessoas, em que a saúde mental das mulheres começa a melhorar por volta dos 65 anos, mas atinge o seu auge a partir dos 85.
A explicação para tal parece ser a ausência de responsabilidades domésticas e de ter que cuidar dos outros, sejam filhos, netos, familiares idosos, maridos. A influência mais que positiva que a ausência destas preocupações tem na saúde dá-nos material para reflexão.
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quarta-feira, 20 de dezembro de 2017
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