segunda-feira, 28 de março de 2016
100 motivos para não ter filhos #4: A mãe que eu seria, segundo o meu marido.
Após mais uma caminhada em família, em que eu tenho 50 micro avc's de cada vez que o marido solta o Kiko, podemos gozar, finalmente de uma pausa para café.
Momento que ele aproveita para o centésimo discurso sobre eu ter que aprender a descontrair, que há vários locais até bastante seguros onde posso soltar o cão e etc. O blá blá blá do costume, a que eu respondo, de forma costumeira, com um redondo e exclamativo não. Acrescento uns quantos "jamais!", "nem pensar nisso!", "comigo, é sempre com trela!", para ver se a mensagem segue suficientemente explícita e directa.
Suspira uns quantos "ah, coitadinho" e derivados, aos quais eu retribuo com "não sei qual é problema. É pela segurança dele. Aliás, se tivéssemos crianças, também andariam com trela".
(Sim, que eu sou apologista das trelas para crianças.)
"Eu sei." - diz ele. "Até aos 25."
Rimo-nos.
"És uma mãe galinha. Super protectora. Fazes-me lembrar a mãe dos Goldbergs. Tal e qual!"
"Opá! Faltam-me os chumaços e os jeans de cintura subida!"
(O pior, admito, é que ele é capaz de ter razão. Tenho "algumas" parecenças com a Beverly. Para quem não conhece esta série cómica, foi totalmente baseada na infância do autor. As personagens não são exactamente fictícias, mas retratos da sua família. Logo, a Mrs Goldberg é bem real.)
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sábado, 26 de março de 2016
cromices #123: My poker face
Podemos gostar de quase todas as pessoas. Mas nunca de todas. Podem ser poucas as excepções, mas para todos, haverá sempre alguém a quem se torce o nariz.
Se dizem que o mundo é pequeno, então Portugal é um grão de areia. Mais dia menos dia estarão fadados a cruzarem-se com tal indivíduo.
Uma pessoa despacha a coisa com um olá e um daqueles clichés ridículos que não querem dizer realmente nada, mas é o que sai. Tudo muito bem se tiverem jeito para bluff e uma boa "poker face".
A restante humanidade, os desgraçados sem a tal "poker face", da qual pelos vistos faço parte, nota depois que enquanto tudo ocorreu a cara tinha congelado numa infeliz expressão, similar à que se faz quando se cheira um peido.
Antropoformização involuntária #8
Um dos inúmeros pontos em comum entre ter um bébé e um animal é, que a partir desse momento, muitas das conversas que terão com a vossa cara metade serão de teor escatológico.
Passareis a falar de cocó. Pior, passareis a ser entendidos na matéria. Falarão não só da frequência da coisa, como do aspecto e dimensão. Conhecerão os hábitos da criatura, e arranjarão nomes de código para os vários estados. O que vale é que o nojo é um estado passageiro. O ser humano adapta-se a tudo.
"Então, foi boa a voltinha?"
" Foi."
"E o menino fez cocó?"
"Dois. Primeiro saiu a rolha. Depois mais à frente fez um mais molinho. Está tratado por agora."
quinta-feira, 24 de março de 2016
cromices #122: Pelo sim, pelo não.
Uma das grandes vantagens de ter um animal, estando em casa, é que passei a ter alguém com quem conversar a qualquer hora. A vantagem de se conversar com um animal não humano é que nunca seremos brindados com uma qualquer tirada que nos ponha os cabelos em pé, ou nos faça revirar os olhos. Uma cauda a abanar, um olhar atento, um menear de orelhas, valem muito mais.
Converso com o Kiko sobre tudo.
No outro dia dialogávamos sobre evolução das espécies e reencarnação.
A coisa saltitava entre dizer-lhe o quanto os polegares são o máximo, enquanto lhe mexia nas patas. "A sério, no futuro, vocês vão adorar ter polegares. Garanto-te que nunca mais quererás agarrar nada com a boca."
Que nesse futuro longínquo serão certamente os cães e os gatos as próximas espécies a substituírem os humanos no domínio do planeta. E que farão melhor trabalho que nós. Bastará manterem o coração puro como hoje, deixarem de olhar para o cócó como um grupo alimentar, aprender a usar o wc e arranjar um cumprimento um pouco mais educado que cheirar rabos.
Eu que procuro sempre fugir da melancolia, não consegui evitar um pensamento sobre o quanto a vida dos cães é curta. Lembrei-me da história de Chico Xavier e da sua cadela Boneca e pensei que não será má ideia ensinar-lhe uma qualquer palavra, qualquer coisa, que nos permita reconhecermo-nos no futuro, noutro espaço, tempo e lugar. Noutra vida. Noutro plano, até. Pelo sim, pelo não...
coisas do mau feitio: A porteira não está.
Trabalhar em casa tem os seus prós e contras como qualquer outra ocupação.
Um dos maiores contras é que, a partir do momento que as pessoas notam que estamos sempre por casa, confundem esse facto com total disponibilidade e ocorre-lhes tomar certas liberdades. Pelo menos até ao momento em que lhes metemos o travão, de uma forma bastante indelicada. Há ocasiões em que muita gente só percebe "indelicadês".
Para ilustrar o facto ocorrem-me duas situações. Ambas passadas anos atrás.
Quando estava responsável pela administração de condomínio uma vizinha ganhou o hábito de me vir bater à porta bem cedo pela manhã. E insistia na campainha até eu não ter outra opção senão ir à porta, estremunhada e em pijama.
Basicamente para relatar que a senhora que trata da limpeza das áreas comuns tinha faltado em determinado dia, ou que não passava o pano aqui e ali, ou que demorava menos tempo que o suposto. Ou seja, nada que não pudesse esperar por uma hora mais condigna, ou como mais tarde lhe referi, (a esta senhora e a outra), são temas que deveriam expor nas reuniões. Caso porventura se dignassem a comparecer nas mesmas.
Como a paciência não é eterna, passados alguns dias deste ritual passei-me. Abri a porta com má cara, e perguntei-lhe secamente qual era o assunto. Quando começou a enunciar outra vez a questão da mulher a dias passei-me. Soltei um "Foda-se! E vem acordar-me por esta merda? Brincamos ou quê?!"
Remédio santo.
Para evitar episódios futuros abordei a questão na reunião seguinte, lembrando a todos que ali é a minha casa, não é um escritório. E mesmo que fosse, teriam que respeitar horários. Que estava disponível, como sempre, mas que usassem de bom senso.
A segunda situação tem a ver com a campainha.
Todos os dias era uma roda viva: desde o rapaz que vem colocar publicidade nas caixas de correio, ao carteiro, às senhoras dos panfletos religiosos, aos vendedores porta a porta, aos funcionários que vêm fazer a leitura dos contadores... Uma romaria. E todos tocavam à minha campainha.
Começou a juntar-se à festa os miúdos que não têm paciência e tocam numa resma de campainhas, e outras pessoas.
A minha paciência atingiu o limite quando ia à janela ver quem era, (ainda por cima o intercomunicador estava avariado), e eram pessoas que querendo falar com outro qualquer vizinho, se este tardava a responder ou não dava sinal, tocavam para outras pessoas. Leia-se, para mim.
Certo dia, de mau humor por me terem estragado a sesta e pela repetição da cena, assomo à janela e recuso-me a abrir-lhes a porta. Digo-lhes que se é com o sr. X que querem tratar, é só na campainha da sua casa que devem tocar. Que não gosto de ser incomodada, que me acordaram, e que o prédio não tem porteira. E mesmo que tivesse não é aqui que mora.
cromices #121: A paciente perversa
Desde há dias que ando constipada. Não me impede de fazer a maior parte das coisas, mas é tudo em câmara lenta e com muitos queixumes à mistura. Sou uma florzinha de estufa e uma péssima paciente.
Mesmo toda entupida estou aqui com um sorriso de orelha a orelha. Tudo porque se há coisa que me dá especial prazer quando estou doente é moer a paciência ao meu gajo. Adoro!
Sou daquelas doentes que gosta de receber atenção. Quero ser adorada feita menino nas palhinhas deitado. Deixa-me de especial bom humor andar feita assombração atrás do desgraçado ora a mandar vir, ora a pedir miminhos e torradinhas.
Não se preocupem. Ele depois vinga-se.
quarta-feira, 23 de março de 2016
caixa de ressonância
terça-feira, 22 de março de 2016
caixa de ressonância
segunda-feira, 21 de março de 2016
coisas da casa: O corredor
Não sei se convosco se passa o mesmo, mas há uma arquitecta/ designer de interiores que habita em mim. O raio da entidade é tão opinativa que tem sempre uma palavra a dizer sobre todos os espaços que visito, conheço ou vislumbro. Seja habitação, espaço comercial ou qualquer outro, lá está ela a sussurrar-me ao ouvido sobre que paredes deitava abaixo, o que acrescentaria, o que modificaria aqui e ali.
Claro está, a nossa casa não é excepção.
Fosse fazer-lhe a vontade por aqui e em nome do design e da imaginação, a intervenção seria de tal forma geral, que de antigo só ficaria a carcaça.
Honestamente adoraria fazer-lhe a vontade, nem que fosse para ter aquela sensação de realização, de ver as ideias ganharem vida, passarem do abstracto para a realidade. Até porque algumas das ideias, perdoem-me a falta de humildade, são realmente boas.
O que me trava é que obras em casa, para além de significarem um enorme dispêndio de dinheiro e tempo, são sinónimo de grandes chatices e dores de cabeça. Elevadas ao cubo numa casa que se encontra habitada. Credo! Cruzes canhoto! Só de pensar é coisinha para fazer esmorecer a vontade.
Um dos espaços que mais gosto nesta casa é a zona de hall de entrada e corredor. Os primeiros proprietários, que apanharam a casa ainda na fase de construção, tiveram várias divergências com o construtor ao nível da estética e exigiram várias modificações, pelas quais estamos gratos. Não fossem as suas exigências e teríamos armários castanhos na cozinha ao invés de brancos, e o corredor seria revestido a azulejo ao invés de lambri de madeira, que é uma opção que, tendo em vista o padrão de azulejos escolhido, nos agrada muito mais.
Agora as tendências são outras, mas durante muito tempo não havia casa construída em Portugal que não levasse com os proverbiais azulejos nas áreas de circulação.
Nada tenho contra a azulejaria portuguesa, pelo contrário, apenas acho que muitos construtores conseguiram ser pródigos em escolhas infelizes, (com tanto padrão bonito, como é possível escolher tamanhos mamarrachos!).
É importante haver consonância entre a identidade, a alma da casa e as escolha destes pormenores.
Adiante.
O grande ponto forte do meu corredor é ter uma largura bastante simpática. Assim sendo, permite-nos não só ter uma zona de bengaleiro, mas também algum espaço para arrumação sem que a circulação fique comprometida.
Mesmo assim, acho que o espaço está mal aproveitado, que tem potencial para muito mais. E acho importante, especialmente em casas que não primem pelas grandes dimensões, dar o devido valor a cada centímetro. Preferencialmente de uma forma que não sacrifique a estética.
Nas zonas de passagem os revestimentos são importantes para proteger as paredes de danos e sujidade. É muito mais fácil a limpeza e manutenção de um qualquer revestimento, seja madeira, azulejo ou outro, do que uma parede simplesmente estucada ou pintada.
Imagino as paredes neste espaço, à excepção de uma, totalmente revestidas a ardósia. Gosto de materiais naturais, e os espaços onde predominam a pedra sempre me transmitiram uma agradável sensação de conforto e bem estar, para além de os achar visualmente apelativos.
Manteria o tecto falso em madeira porque sou fã destes tectos pela sua facilidade de manutenção, aspecto e porque permitem personalizar a iluminação, colocando-se tantos focos de luz quantos os desejados e onde se desejam.
Mesmo assim, o grande pormenor da mudança residiria em ocupar toda uma parede com um móvel feito à medida.
Há anos, vi num qualquer artigo de decoração sobre a casa de um arquitecto, uma estante que passou, para mim, a ser "a" estante. Estava construída de forma tão perfeita que, para os menos atentos, parecia somente uma parede revestida a madeira, completamente lisa, sem quaisquer rococós. A ausência de adereços salientava a beleza natural da madeira. Se a memória não me engana, (já que não consigo reencontrar o dito artigo nem por nada), um extra de criatividade e interesse visual residiam no facto da estante estar dividida em cubículos iguais, (não se notando tratarem-se de portas), onde se iam alternando a direcção dos veios da madeira, ora na horizontal ora na vertical.
Adoraria ver uma parede específica do corredor ocupada com uma estante do género, com compartimentos adequados às nossas necessidades. Porque uma estante é tudo o que quisermos e necessitarmos.
Imagino-a com um nicho onde possamos colocar largar as chaves, os telemóveis e o correio. Com arrumação para sapatos, malas, casacos. Com compartimentos especiais onde arrumar a bicicleta, as pranchas, os patins. Com espaço extra para livros e tantas outras coisas. Tudo organizado, escondido, detrás de uma peça de inequívoca beleza.
E para quem não aprecie o look natural da madeira porque não colar-lhe a impressão de um dos quadros favoritos? Já imaginaram ter em casa um Miró, um Kandinsky, um Almada Negreiros ou Vhils do tamanho de uma parede?
sexta-feira, 18 de março de 2016
cromices #120: A integibilidade é um pormenor de somenos importância
Desde há uns tempos para cá, adicionei mais uma rua ao nosso roteiro de passeatas.
Chamo-lhe "a rua da Dee-Dee" porque é nome da cadela com quem o Kiko mantém uma relação muito respeitosa de namoro à moda antiga, ao portão.
A Dee-Dee sente-nos o cheiro, ladra, e lá vamos nós rua acima, quase a correr, para sermos recebidos por uma cauda a abanar.
Até lá, cumprimentamos habitantes das outras casas, humanos, caninos e felinos, que já nos conhecem e sabem que vamos a caminho de mais um sessão de "namoro".
Num dos pátios, ocupada com as verduras do quintal, costuma estar uma senhora já de idade bem avançada. E eu, que não tenho feitio para me fingir cega e avançar muda depois de ver e ser vista, lanço-lhe um sorriso e um cumprimento. A senhora retribui no mesmo peso e medida. Acontece que não percebo uma única palavra do que a senhora diz. Aceno, meneio a cabeça em tom de concordância, lanço umas interjeições e despeço-me cordialmente.
Ontem a cena repetiu-se. No meio de um discurso sibilado que não consigo descortinar fui capaz de apanhar algo que me soou a "Kikinho". Aí fez-se luz. É que eu falo com o Kiko em voz alta, e estando o pátio da senhora num nível mais baixo que a rua, presumi que se sentisse curiosa sobre quem raios seria o tal de "Kikinho" que ali passa todos os dias. Agarrei no cão ao colo para que ela o visse.
Soltou uns "oooohhh" por entre o desenho de um sorriso. Sorrio de volta, "Até mais logo, minha senhora!"
Antropoformização involuntária #7
Antes de sair de casa, sintonizar a tv no Panda, só para o "miúdo" ter algo com que se entreter.
quarta-feira, 16 de março de 2016
Adenda ao post anterior ou, o mui importante 11º elemento.
Se todos os 10 elementos que vos falei no post anterior servem para tornar a vida mais prática, e incidem sobre a importância de se estar preparado para resolver aqueles pequenos imprevistos quotidianos que nos tiram do sério, o 11º não é menos importante.
Mesmo que tenhamos a grande bênção de nos ocuparmos profissionalmente de algo que realmente gostamos, nem todos os momentos são abençoados.
Especialmente nos piores dias é fundamental termos onde ir buscar uma gotinha de motivação, um raio de positivismo. Algo que nos lembre o quê e quem são dignos dos nossos sacrifícios, aquilo ou aqueles que nos inspiram, nos trazem de volta ao nosso melhor.
Não vos posso dizer qual o vosso "item". A vossa inspiração poderá ser um qualquer souvenir de umas férias passadas, num qualquer lugar onde tenham sido realmente felizes e a vontade de lá regressar.
Pode ser uma foto de família aquilo que vos lembre que há coisas maiores e melhores que qualquer maçada, que vos faça sorrir e dar-vos forças para ultrapassar qualquer dia não.
Como pode ser um simples postal com uma citação inspiradora, a alusão a um sonho por realizar, uma planta, ou outra coisa qualquer.
Portanto, o 11º elemento é um talismã. E o bem que estes podem fazer batem qualquer rónhónhó sobre necessaires e tira-nódoas.
coisas de uma virginiana: Kit de sobrevivência para o emprego.
Quer se tenha um cacifo ou simplesmente uma gaveta à disposição, há um número de itens que considero que devemos ter sempre à mão, só para o caso de não sermos apanhados desprevenidos.
Aqui vai a minha lista de itens que devem existir num "Kit de sobrevivência para o emprego":
1 - Lenços de papel.
Nunca mas nunca devemos andar sem lenços de papel. Devemos andar sempre com um pacote e ter mais alguns de reserva. Seja para a função óbvia de nos assoarmos ou qualquer outra, seja para nos precavermos de entrar num wc em que o papel não tenha sido reposto. Ninguém quer passar por um constrangimento desses!
2 - Carregador de telemóvel.
O ideal é ter um carregador extra. Um em casa, um no emprego. A vida contemporânea exige que estejamos sempre contactáveis, por isso ficar sem bateria não é opção. Não é má ideia marcá-lo com o nome do proprietário.
3 - Mini-farmácia.
Até a pessoa mais saudável não está imune a uma dor de cabeça ou a um episódio de azia ou mal-estar intestinal. Não custa nada ter de reserva uma embalagem de, (ou somente alguns), analgésicos, antiácidos e antidiarreicos.
4 - Farmácia feminina.
Para evitar esquecimentos, distracções e surpresas, uma mulher deve estar sempre prevenida com uma embalagem de tampões ou pensos higiénicos, conforme a preferência, e analgésicos para as dores menstruais.
5 - Tira-nódoas.
Entornar café na camisa, saltar uma gota de molho para a gravata, etc, não é nada de outro mundo e está sempre a acontecer. Melhor do que ir para o wc esfregar a nódoa com água e sabão, o que por vezes só piora, é ter à disposição uma embalagem de toalhitas tira-nódoas.
6 - Toalhitas de bebé.
Porque as toalhitas de bebé servem para mil e uma coisas mais do que somente limpar rabiosques de petizes. Seja para dar uma "refrescada" quando não existe melhor forma de o fazer, seja para limpar um sapato sujo. Não desdenhem que as toalhitas são o máximo quando temos que nos desenrascar à la Macgyver, com a vantagem que são tão suaves que não vão estragar nada.
7 - Necessaire de higiene.
Absolutamente indispensável a escova e a pasta de dentes. Existem à disposição imensos kits de viagem que facilitam ter os instrumentos básicos de higiene oral à disposição em qualquer lado, bem armazenados e sem qualquer incómodo. Quanto ao fio dental e elixir bucal, depende do à-vontade de cada um em ser apanhado no wc do "escritório" a gargarejar e afins.
Não esquecer também desodorizante, escova ou pente, itens de maquilhagem para quem usa, e produtos para o duche caso exista tal infraestrutura. Neste caso, é importante acrescentar chinelos para o banho, toalha, muda de roupa e saco para transportar roupa.
8 - Roupa para emergências.
Acidentes acontecem. Ninguém gosta de andar sujo e existe, mais no desempenho de algumas funções, uma maior preocupação com a imagem. Portanto, se não quiserem fazer como o nosso actual Primeiro Ministro que teve o azar de atender um ofício com uma nódoa na gravata, uma camisa limpa e uma gravata, no caso dos senhores, não ocupa muito espaço e salva de embaraços.
9 - Snacks.
Nem todos os locais de trabalho possuem cantinas ou bares. Mesmo nestes, nem sempre estes espaços estão à disposição. Uma saquetas de bolachas ou umas barras de cereais podem ser uma opção para quando aquele "ratito" dá sinal entre as refeições, uma garrafa de água, assim como uns rebuçados ou algo do género só para o caso de acontecer uma queda de tensão.
10 - Artigos de escritório.
E com isto refiro-me especialmente a canetas. Quantas vezes já assisti, em locais onde uma simples caneta é uma ferramenta essencial, a uma azáfama em busca de uma caneta que escreva, ou daquela que estava mesmo ali e agora já não se sabe dela. Se trabalham num local assim, comprem uma embalagem de canetas para vosso uso pessoal. Fechem-nas na vossa gaveta se for necessário e fica a situação resolvida.
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